quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
A TRAIÇÃO- CAPITULO III
Pouco tempo depois o filho do capataz chegou sem entender bem o recado que recebera da escrava. – O patrão chegou? – Não, fui eu quem mandou chamá-lo, como se chama mesmo? – Carlos, mas o que houve aqui pra mandar me chamar patroa? – Olhe essas sacas de café estão abertas e podem se estragar. – Eu mesmo supervisionei todas elas como isso pode acontecer? – Ele foi amarrar as sacas e Lívia deu uma olhada pra ver se vinha alguém, tudo estava calmo, ninguém por perto. Enquanto ele amarrava as sacas ela se aproximou e quando ele se virou ficaram bem próximos, ele ficou sem jeito e disse nervoso. – Eu preciso ir patroa, os escravos não podem ficar sós. – Porque a pressa? Esta com medo de mim? – É que se o patrão souber que estive aqui com a patroa não vai entender. –Ele não é meu dono, eu faço o que quero, ele goste ou não. – É melhor eu ir. – Ele ia se afastar, mas Lívia se desequilibrou e se não fosse ele teria caído, Lívia sentiu seu corpo quente junto ao seu e não resistiu, beijei-o na boca, Carlos ficou surpreso e se afastou nervoso. – Não brinque com fogo patroa eu não quero que se fira e sofra depois. – Porque diz isso Carlos?.
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