domingo, 27 de janeiro de 2008
UM AMOR DE VERDADE- CAP VII
– Lívia é você? – Sim irmã sou eu. –A madre vai ficar muito feliz em revê-la. – Elas entraram e Lívia foi levada até a sala da madre. – Já esperava por você minha filha. – Lívia a abraçou com lágrimas nos olhos. – Me perdoe madre. – Eu não tenho que perdoá-la de nada Lívia, você é quem precisa se perdoar. – Eu não podia deixar de vim. – Eu sei, amanhã faz um ano que você chegou aqui. – Preciso ver onde meu filho foi sepultado e orar a Deus por sua alma. –Precisa orar por você minha filha, pois sinto que não deixou de odiar seu marido e ainda pensa em vingança. – Madre não consigo esquecer o que ele fez comigo matando o homem que mais amei na vida e o fruto desse mesmo amor. – Lívia não se conserta um erro cometendo outro. Agora vá descansar depois conversaremos. – Lívia ficou no mesmo quarto que se hospedara um ano atrás. Foi dormi cedo e sonhou que estava num jardim muito florido com crianças correndo por todo lado até Carlos aparecer, estava lindo com uma roupa branca e um sorriso nos lábios. – Lívia meu amor que saudade. – Carlos que bom te ver, cadê nosso filho? – Esta bem ali. – Ele apontou pra uma criança que vinha em sua direção, era um menino lindo e ela o abraçou com carinho. – Meu filho querido. – E o beijava sem parar. – Mamãe que bom que veio me ver, papai sempre disse que você vinha. – Meu filhinho como te amo. – Ela acordou ainda sentindo seu filho em seus braços e chorou como uma criança. Ainda era cedo mais mesmo assim ela se levantou e se trocou indo até o cemitério, chegou onde seu filho fora enterrado e se ajoelhou chorando. – Me perdoe filho por não ser uma boa mãe. – Depois de muito chorar Lívia foi visitar o orfanato.
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