terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
CAPITULO XII- RENÚNCIA
– Julio há quanto tempo. – Pois é amigo minha profissão toma todo meu tempo. – Preciso falar com você um assunto muito sério, já almoçou? – Ainda não. – Então vamos almoçar juntos. – E Vitória esta enorme e muito linda. – É sobre ela que vamos falar. - No restaurante foram servidos e Cesar quis saber. –Tem visto Lívia? – Não amigo, faz muitos anos que não a vejo, soube que estava na Europa. – Europa? Sabe com quem? – Não Cesar, mais soube que Lívia não trabalha mais na casa de madame Flor. – Olhe pra Vitória e me diga se não parece com Lívia? – Julio olhou pra menina e disse: - Realmente parece muito com Lívia mais não pode ser sua filha. – Por que diz isso? – Por que Lívia teve uma filha mais segundo ela não sobreviveu. – Foi você quem fez o parto? – Não amigo, ela teve sua filha no convento e não aqui na cidade, fui chamado depois para avaliar sua saúde. –Viu a criança? – Não ela não queria e eu não insistir. – Ela pode ter mentido pra você e Vitória pode ser a filha dela. – Você acha isso? – Acho Julio e vou tirar essa historia a limpo. – Na fazenda Aline recebeu a carta da condessa contando que Cesar havia viajado para São Paulo e decidiu ir atrás de Vitória. Deixou Pedro com os sogros e foi só.
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