terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

CAPITULO XII- RENÚNCIA

para a gruta seu lugar secreto, onde Cesar a amou e foi amado por ela. Lívia estava com seus pensamentos longe que não percebeu a chegada de Cesar, ele se aproximou lentamente e ela pensou esta sonhando até que ele a despertou. – O que faz aqui Lívia? – Cesar é você mesmo? – Ele se aproximou mais dela e disse: - Por que voltou Lívia? Só pra me atormentar? – Ela não respondeu e ele continuou. - Não tive mais paz desde que voltou nem sorri consigo mais. – Ela acariciou sua face e disse: - Não quero que sofra por minha causa Cesar. – Ele fechou os olhos sentindo as mãos dela em sua face. – Por que casou com outro Lívia? – Eu não casei com ninguém Cesar, não poderia me casar, pois o homem que amo já é casado. – Ele abriu os olhos e ficaram se olhando. – Diga que me ama Lívia e serei o homem mais feliz da terra. – Eu nunca deixei de te amar Cesar mais existi Aline. – Não amo Aline e a única coisa que conseguir foi faze La sofrer. – Nesse instante alguém chegou à gruta e se escondeu e ali ficou ouvindo a conversa entre Lívia e Cesar. – Sempre desejei que fossem felizes, não queria atrapalhar a vida de vocês. – Me pediu pra casar com Aline e fugiu de mim. –Você uma vez disse que amava Aline por isso fui embora. – Pensei que pudesse amar as duas mais me enganei e estava tão desesperado com a dor de ter te perdido que casei com Aline tentando te esquecer. – Não podemos ficar juntos Cesar, você precisa voltar pra Aline e seus filhos. – Filhos? E Vitória? – O que tem Vitória? –Como pôde deixa La no orfanato Lívia? A nossa filha no orfanato. – Lívia sentiu um frio na espinha, Cesar sabia a verdade. –Vitória minha filhinha, não pôde ficar com ela Cesar tinha uma divida com madame Flor. – Seu orgulho Lívia, sempre seu orgulho em primeiro lugar, qualquer um poderia ter adotado nossa filha e eu nunca saberia. – Me perdoe Cesar, se fosse hoje seria diferente. – Quando olhei pra Vitória lá no orfanato senti um amor tão grande por ela que tive medo e vi aquele sinal em seu braçinho igual ao seu Lívia, não sabia que era nossa filha mais não podia deixa La pra ser adotada por outra pessoa. – Eu fiquei muito feliz quando descobrir que Vitória estava com você, sabia que seria bem cuidada e amada. – Pensou que Vitória nunca vai chama La de mãe? – Eu sei disso Cesar e sofro muito com tudo isso. - E ainda foi para a Europa? – Fui a trabalho Cesar, madame Flor me enganou dizendo que o contrato era de um ano e na verdade era de quatro anos. – Então passou quatro anos na Europa com outro homem? –Não pense que foi fácil Cesar, pois chorava toda noite com saudades de Vitória e com ódio de madame Flor, mais conseguir juntar uma pequena fortuna e quando voltei me livrei de vez de madame Flor, comprei um titulo de nobreza pra mudar meu nome e me aproximar de Vitória, queria estar por perto, ver seu crescimento mesmo que ela nunca venha a saber a verdade. –Você sabe o quanto a amo e por esse amor eu te per dou. - Cadê Vitória? – Esta dormindo na fazenda. – Eu quero vê-la Cesar. – Nesse instante uma sombra surgiu na gruta era Aline. – Condessa? Ou Lívia? –Aline? – Sim Cesar sou eu. – Estava ouvindo a conversa? – Ouvir tudo Cesar, você e a condessa em nossa própria casa. – Não aconteceu nada Aline eu juro por Vitória. - Disse Lívia. – Uma mulher vulgar como você em minha casa se passando por condessa, irei para a Europa Cesar e levarei Vitória comigo. – Não Aline não vou permiti. – Cesar deixe Aline levar Vitória, se for para o bem de nossa filha deixe que ela a leve. – Não Lívia não consigo viver sem minha filha. – Nem tente me impedir Cesar. – Aline disse isso e saiu da gruta. – Calma Cesar não fique assim Aline ama nossa filha.

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