terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Aos amigos que visitaram meu blogger, um agradecimento.
ai esta um pequeno resumo do livro vidas entrelaçadas.Espero que tenham curtido as emoções como eu curti.
Amei escrever essa história, pra mim é uma vitória ter finalizado com um final feliz como deveria ser a vida de todos nós.
beijos e até a próxima história.
05/02/2008

CAPITULO XII- RENÚNCIA

- No dia seguinte Lívia estava conversando com alguns trabalhadores da fazenda quando viu um carro se aproximar, ela esperou o carro parar e viu o doutor Julio descer do carro ela se preocupou ao vê-lo mais quando ele abriu a porta de trás e Vitória desceu com sua ajuda seus olhos brilharam de emoção. –Vitória? – Ela correu e a pegou nos braços. – Bom dia Lívia. – Ele disse alegre. – Doutor Julio como? – Aline me pediu pra trazer Vitória, ela chorou muito mais disse que a filha é de vocês. – Lívia mal acreditava no que estava acontecendo. – Preciso ir a um lugar com Vitória. – Fique a vontade Lívia, eu espero aqui. – Ela mandou selar um cavalo e montou levando Vitória com ela, foi devagar pra não assustar sua filha, ao chegar à cachoeira Lívia gritou por Cesar que ao vê-las seus olhos brilharam de emoção. – Vitória. – Ele correu e ajudou as duas a descer do cavalo. – Papai. - Disse Vitória ao ver o pai. - Doutor Julio a trouxe, Aline pediu. – Cesar abraçou sua filha e disse: -Vamos Lívia mostrar a gruta a nossa filha. – Foi pra isso que eu a trouxe meu amor. – Eu amo vocês. - Ele beijou os lábios de Lívia e em seguida foram para a gruta felizes.




FIM



07/01/2008

CAPITULO XII- RENÚNCIA

- Quando Cesar e Lívia chegaram na fazenda viram madame Flor na varanda saboreando o gosto da vingança. – O que faz em minha casa sabe que não é bem vinda aqui? – Disse Lívia ao vê-la. – Eu disse que não ia ficar sem resposta aquela bofetada. – Saia agora daqui ou eu mesma a colocarei pra fora a ponta pé. – Não tenho mais nada a fazer aqui mesmo o que tinha de fazer já fiz. – Ela desceu as escadas e disse ao passar por Lívia. – Nunca será feliz Lívia. – E deu uma gargalhada. Nesse momento Aline saiu da casa com Vitória nos braços, Cesar tentou se aproximar mais Lívia o impediu. – Não Cesar, não faça nada que possa machucar involuntariamente nossa filha. – Não toque em mim Cesar, não quero que machuque Vitória. – Disse Aline séria se dirigindo ao carro que madame Flor a levou até a fazenda. – Deixe minha filha Aline, por favor. – Pediu Cesar. – Papai eu quero papai. – Disse Vitória chorando e deixando Cesar mais nervoso. Aline entrou no carro e foram embora. Cesar ficou parado sem ação Lívia se aproximou dele e segurou sua mão estava sofrendo com tudo aquilo mais precisava ser forte para ajudar Cesar. –Venha Cesar vamos entrar. – As lágrimas caíram dos seus olhos e ele se deixou levar.

CAPITULO XII- RENÚNCIA

para a gruta seu lugar secreto, onde Cesar a amou e foi amado por ela. Lívia estava com seus pensamentos longe que não percebeu a chegada de Cesar, ele se aproximou lentamente e ela pensou esta sonhando até que ele a despertou. – O que faz aqui Lívia? – Cesar é você mesmo? – Ele se aproximou mais dela e disse: - Por que voltou Lívia? Só pra me atormentar? – Ela não respondeu e ele continuou. - Não tive mais paz desde que voltou nem sorri consigo mais. – Ela acariciou sua face e disse: - Não quero que sofra por minha causa Cesar. – Ele fechou os olhos sentindo as mãos dela em sua face. – Por que casou com outro Lívia? – Eu não casei com ninguém Cesar, não poderia me casar, pois o homem que amo já é casado. – Ele abriu os olhos e ficaram se olhando. – Diga que me ama Lívia e serei o homem mais feliz da terra. – Eu nunca deixei de te amar Cesar mais existi Aline. – Não amo Aline e a única coisa que conseguir foi faze La sofrer. – Nesse instante alguém chegou à gruta e se escondeu e ali ficou ouvindo a conversa entre Lívia e Cesar. – Sempre desejei que fossem felizes, não queria atrapalhar a vida de vocês. – Me pediu pra casar com Aline e fugiu de mim. –Você uma vez disse que amava Aline por isso fui embora. – Pensei que pudesse amar as duas mais me enganei e estava tão desesperado com a dor de ter te perdido que casei com Aline tentando te esquecer. – Não podemos ficar juntos Cesar, você precisa voltar pra Aline e seus filhos. – Filhos? E Vitória? – O que tem Vitória? –Como pôde deixa La no orfanato Lívia? A nossa filha no orfanato. – Lívia sentiu um frio na espinha, Cesar sabia a verdade. –Vitória minha filhinha, não pôde ficar com ela Cesar tinha uma divida com madame Flor. – Seu orgulho Lívia, sempre seu orgulho em primeiro lugar, qualquer um poderia ter adotado nossa filha e eu nunca saberia. – Me perdoe Cesar, se fosse hoje seria diferente. – Quando olhei pra Vitória lá no orfanato senti um amor tão grande por ela que tive medo e vi aquele sinal em seu braçinho igual ao seu Lívia, não sabia que era nossa filha mais não podia deixa La pra ser adotada por outra pessoa. – Eu fiquei muito feliz quando descobrir que Vitória estava com você, sabia que seria bem cuidada e amada. – Pensou que Vitória nunca vai chama La de mãe? – Eu sei disso Cesar e sofro muito com tudo isso. - E ainda foi para a Europa? – Fui a trabalho Cesar, madame Flor me enganou dizendo que o contrato era de um ano e na verdade era de quatro anos. – Então passou quatro anos na Europa com outro homem? –Não pense que foi fácil Cesar, pois chorava toda noite com saudades de Vitória e com ódio de madame Flor, mais conseguir juntar uma pequena fortuna e quando voltei me livrei de vez de madame Flor, comprei um titulo de nobreza pra mudar meu nome e me aproximar de Vitória, queria estar por perto, ver seu crescimento mesmo que ela nunca venha a saber a verdade. –Você sabe o quanto a amo e por esse amor eu te per dou. - Cadê Vitória? – Esta dormindo na fazenda. – Eu quero vê-la Cesar. – Nesse instante uma sombra surgiu na gruta era Aline. – Condessa? Ou Lívia? –Aline? – Sim Cesar sou eu. – Estava ouvindo a conversa? – Ouvir tudo Cesar, você e a condessa em nossa própria casa. – Não aconteceu nada Aline eu juro por Vitória. - Disse Lívia. – Uma mulher vulgar como você em minha casa se passando por condessa, irei para a Europa Cesar e levarei Vitória comigo. – Não Aline não vou permiti. – Cesar deixe Aline levar Vitória, se for para o bem de nossa filha deixe que ela a leve. – Não Lívia não consigo viver sem minha filha. – Nem tente me impedir Cesar. – Aline disse isso e saiu da gruta. – Calma Cesar não fique assim Aline ama nossa filha.

CAPITULO XII- RENÚNCIA

– Julio há quanto tempo. – Pois é amigo minha profissão toma todo meu tempo. – Preciso falar com você um assunto muito sério, já almoçou? – Ainda não. – Então vamos almoçar juntos. – E Vitória esta enorme e muito linda. – É sobre ela que vamos falar. - No restaurante foram servidos e Cesar quis saber. –Tem visto Lívia? – Não amigo, faz muitos anos que não a vejo, soube que estava na Europa. – Europa? Sabe com quem? – Não Cesar, mais soube que Lívia não trabalha mais na casa de madame Flor. – Olhe pra Vitória e me diga se não parece com Lívia? – Julio olhou pra menina e disse: - Realmente parece muito com Lívia mais não pode ser sua filha. – Por que diz isso? – Por que Lívia teve uma filha mais segundo ela não sobreviveu. – Foi você quem fez o parto? – Não amigo, ela teve sua filha no convento e não aqui na cidade, fui chamado depois para avaliar sua saúde. –Viu a criança? – Não ela não queria e eu não insistir. – Ela pode ter mentido pra você e Vitória pode ser a filha dela. – Você acha isso? – Acho Julio e vou tirar essa historia a limpo. – Na fazenda Aline recebeu a carta da condessa contando que Cesar havia viajado para São Paulo e decidiu ir atrás de Vitória. Deixou Pedro com os sogros e foi só.

CAPITULO XII- RENÚNCIA

– Condessa tem um homem La embaixo querendo falar com a senhora disse que é muito importante. – Ela preocupada desceu as escadas com a roupa de dormir, mais não viu ninguém, a porta que levava ao jardim estava aberta e ela foi verificar se o homem estava lá e para sua surpresa viu Cesar com Vitória nos braços que dormia como um anjo. – Cesar? –Ele estava muito nervoso. – Me perdoe acorda La condessa mais não pensei em mais ninguém para ficar com Vitória até amanhã a tarde. – O que aconteceu com você pra esta assim tão nervoso Cesar? – Eu perdi você Lívia mais não vou perde Vitória, não permitirei que Aline a leve para Europa isso nunca. –Vou deita La na cama, me espere aqui que volto logo, você precisa se acalmar Cesar todos na fazenda devem estar preocupados. - Lívia a pegou nos braços e subiu para seu quarto onde deitou Vitória, quando desceu Cesar já havia saído, ela encontrou uma pequena mala com roupas de Vitória e levou para o quarto. Vitória dormia profundamente e Lívia preocupada com Cesar não conseguiu conciliar o sono, quando Vitória acordou viu a condessa do seu lado. – Papai. – Seu pai volta a tarde mais eu vou tomar conta de você meu anjinho, vamos descer e comer alguma coisa. – Lívia a levou até a sala de refeições e pediu a empregada que prepara-se algo para a menina, quando sua mãe desceu e viu Vitória alegrou-se. – Vitória aqui? – É uma longa história mamãe. – Quem a trouxe? – O pai, ele estava muito nervoso, parece que Aline quer morar na Europa e ele não quer que leve Vitória. – Deixe-me vê-la como parece com você filha não sei como ninguém percebeu. – Se realmente Aline for morar na Europa talvez nunca mais a vejamos. – Nem diga isso filha, deixe-me ficar um pouco com ela. – As horas passaram devagar e Lívia não tirava os olhos do relógio a qualquer momento Cesar apareceria para levar Vitória. Quando Cesar chegou já estava anoitecendo e Lívia pediu para conversar com ele no jardim. – Aline deve esta muito preocupada Cesar, não esta sendo justo com ela. – Eu sei condessa mais não vou viver longe de Vitória não terei paz para trabalhar sabendo que minha filha esta longe de mim. –Ele falou com tanta certeza que Vitória era sua filha que Lívia gelou. – Ao menos avisou onde esta? – Não, eu pretendo viajar para São Paulo onde vou trabalhar definitivamente e não retornarei mais para o Rio de janeiro. –Sinto muito por você e por Aline. – Ele a olhou e ela percebeu sua tristeza, não havia mais aquele sorriso largo nem o brilho nos seus olhos como nos tempos em que estavam juntos. – Preciso ir condessa, pode pegar Vitória pra mim, por favor? - Claro Cesar. – Foi só o que conseguiu dizer, pois sentiu uma emoção tão grande em esta perto dele que as palavras sumiram, ela pegou Vitória e entregou ao pai. – Obrigado e desculpe o incomodo condessa. – Não foi incomodo. – Ela beijou Vitória e ele foi embora. - Lívia mandou um criado de confiança até a fazenda dos Linhares levar uma carta.