sábado, 26 de janeiro de 2008

UM AMOR DE VERDADE- CAP VII

CAPITULO VII

UM AMOR DE VERDADE
Nas ruas sem ter pra onde ir Lívia ficou a mercê de todas as artimanhas do mundo e sem saber se defender seria presa fácil para os maus intencionados. Estava com fome e passou a pedir esmolas nas ruas, como era jovem e bela os homens a cercavam e gaiofavam dela que não sabia como se defender, alguns sentiam pena e lhe jogavam algum trocado, outros a convidavam para ir com eles e Lívia começou a sentir medo de tudo aquilo que estava acontecendo. O dia passou e chegou a noite trazendo incertezas. Lívia procurou um lugar pra descansar junto a outros pedintes mais não conseguiu dormi, estava tensa e não sabia o que poderia acontecer se fechasse os olhos. Os dias eram difíceis e as noites piores, Lívia estava suja, com fome mais sua beleza encantava os homens e eles não a deixavam em paz. Uma noite três homens se aproximaram do local onde Lívia costumava dormi, ela se levantou assustada. – Olha só que beleza, vamos nos diverte muito com você. – Disse um dos homens que a cercava para que ela não fugisse. – Me deixem em paz. – Ela gritou mais eles a seguraram com força e um deles a bateu com força no rosto. – Se gritar apanha mais. – Eles começaram a beijá-la a força enquanto Lívia tentava se livrar deles, depois de muito lutar Lívia ouviu uma voz de mulher ordenar. - Soltem essa mulher agora. - Eles se viraram pra ver quem era e um deles disse: - Não me diga que quer ela pra você? – Saíam agora daqui ou chamo a policia. –Vamos negociar, ficamos com ela agora e você depois. – Já bateram bastante nela, depois não vai me servi. – Você é um pé no saco mesmo madame Flor. – Saíam agora seus desocupados. – Eles soltaram Lívia e se afastaram xingando as duas. – Muito obrigada Senhora. - Lívia disse sem conseguir enxergar direito, pois seus olhos estavam inchados e vermelhos. – Venha comigo, você precisa de cuidados.

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